< Voltar

Aluno da Uningá se classifica para fase global do hackathon da NASA

12 de maio de 2017

A equipe do acadêmico Fábio Pinhelli, do 4º ano do Curso de Ciência da Computação da Uningá está participando da etapa global do hackathon da NASA. A equipe de Fábio venceu a etapa local do Space Apps Challenge 2017 promovido pela NASA em Maringá.

 

No Brasil, além de Maringá, a maratona de programação da agência espacial dos EUA teve etapas em Curitiba (PR), Recife (PE) e Serra (ES). No total, o hackathon da NASA foi realizado em 187 cidades do mundo e atraiu mais de 25 mil participantes.

 

A maratona de programação contava com desafios em cinco categorias relacionadas à problemas que enfrentamos na Terra e no espaço. Algumas das propostas são a criação de uma experiência de visitação a uma estação espacial da Nasa na realidade virtual; e o desenvolvimento de uma ferramenta que monitora as rotas migratórias de espécies animais.

 

Dada à diversidade de desafios, poderiam participar profissionais das mais variadas áreas do saber, não se limitando a programadores. A meta é ter ideias inovadoras para o desenvolvimento de softwares que atendam a um desafio proposto pelos organizadores da maratona. No hackathon promovido pela NASA, o objetivo foi encontrar soluções que atendessem às necessidades globais aplicáveis à vida na Terra e no espaço.


Lá vem o sol
A equipe “Here Comes The Sun” composta por Fábio, Ana Pinhelli, Marlon Wallendorff e Gabriel Alves Moreira desenvolveu “The Sunscreen”, um aplicativo móvel e fácil de usar criado para ajudar as pessoas a evitar os danos causados ​​pelo sol. O estudante explica que o aplicativo indica a quantidade necessária de filtro solar a ser usada de acordo com a intensidade do sol e calculada em tempo real.

 

No aplicativo, o usuário encontra também algumas dicas para melhorar sua experiência enquanto exposto ao sol, uma sessão com a função inovadora que calcula a porcentagem de intensidade do sol em tempo real e uma sessão para compartilhar sua opinião sobre a praia. Pinhelli explica que para criar o aplicativo eles usaram MIT App Inventor, Microsoft Visual Studio e Arduino UNO.

 

Ao comentar quais motivos levaram sua equipe vencer o desafio, Pinhelli diz que o aplicativo é inovador, simples e intuitivo. “A tecnologia sempre esteve ali, mas nunca foi usada para essa finalidade. Pesquisei e não encontrei nenhum aplicativo semelhante”, diz. “Foi meu primeiro hackathon.

 

Tive bastante contato com pessoas excepcionais e as conversas foram até mesmo além do evento. Aproveitei para trocar ideias e experiências de vida. Gostei demais. Agora é esperar e torcer”, diz ao se referir à fase global do desafio que acontece ainda este ano, com data a ser definida pela NASA. Haverá cinco categorias e os vencedores concorrerão a um convite para assistir ao lançamento de um foguete da Nasa.

 

A professora Claudia Heidemann de Santana, mestre e coordenadora do Curso de Ciência da Computação, diz que a atuação de Fábio não apenas no desafio, mas no dia a dia é exemplar. “Ele é um aluno super dedicado e estudioso. Sempre se destaca na turma. O Fábio é um exemplo e o aluno que todo professor gostaria de ter”, elogia a professora.

DESTAQUES VEJA TODOS