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Uningá sedia o 6º Sábado Sem Dor, que vai abordar a “Dor Pós-Operatória”

As dores após cirurgias de tórax, abdômen, região dos rins, de grandes articulações estão entre as mais dolorosas e a intensidade da dor varia de pessoa para pessoa.

13 de julho de 2017

A dor é a queixa mais comum nos atendimentos médicos e uma das principais atribuições do profissional da área de saúde é oferecer alívio e qualidade de vida aos pacientes. Especialistas e estudantes da área médica participam do 6º Sábado Sem Dor, neste sábado (15), das 7h30 às 16h30, no Anfiteatro Prof. Darcy Ribeiro, na Uningá.

O objetivo é ampliar conhecimento para o alívio da dor e promover melhor qualidade de vida aos pacientes. O coordenador e um dos palestrantes do evento, professor-doutor Orlando Colhado, enfatiza que a dor pós-operatória” não é um assunto que costuma integrar a grade curricular dos cursos da área de saúde, o que torna o tema ainda mais relevante para aprimoramento dos estudantes e profissionais.

Doutor em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisador e referência internacional em “dor”, Colhado afirma que as cirurgias na região dos rins, do tórax, abdômem, coluna cervical toráxica ou lombar e de grandes articulações como quadris, joelhos e ombros são as que apresentam um pós-operatório mais doloroso.

Ele afirma, porém, que a dor não é igual pra todos. “Cada um tem um entendimento da mensagem dolorosa. Podemos ter duas pessoas da mesma idade, do mesmo sexo, mesma saúde física e mental e uma sentir mais dor que a outra”, esclarece o médico, ao atribuir esse comportamento à capacidade individual de liberação de endorfinas.

A endorfina é um hormônio produzido pelo cérebro (glândula hipófise) cuja nomenclatura se origina das palavras endo (interno) e morfina (analgésico). Para o evento, estão confirmadas oito palestras de 40 minutos cada totalizando carga horária de dez horas-aula.


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