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2º Dia de Campo reuniu cerca de mil pessoas no Núcleo de Agronomia da UNINGÁ

31 de julho de 2017

Público recorde no 2º Dia de Campo faz do Núcleo de Agronomia da UNINGÁ referência para visitantes

O 2º Dia de Campo do curso de Agronomia da UNINGÁ, neste sábado (29), recebeu aproximadamente 1.000 pessoas. O público recorde começa a firmar o Núcleo Experimental, ao lado do campus, como referência em diversificação de cultura para médias e pequenas propriedades, tecnologia para o campo e experiências únicas como a estação de algodão.

Acadêmicos de várias instituições de ensino, professores, técnicos, parceiros e produtores rurais da região prestigiaram o evento atraídos, principalmente, pelas lavouras de inverno.

O produtor Salvador Salvadego que cria bicho-da-seda, cultiva soja e trigo, além de pasto na propriedade de seis alqueires em Astorga, participou do Dia de Campo em busca de outras alternativas de cultura. “Esse evento é importante para o pequeno produtor que precisa manter várias culturas para manter a propriedade. Aqui a gente conhece as melhores alternativas”.

O gerente da Unidade Maringá da Cocamar, José Claudemir Menegon, parceiro do Dia de Campo da UNINGÁ, destacou o evento na formação dos futuros profissionais e na difusão de tecnologia. Menegon elogiou a iniciativa do plantio de uma estação de algodão, cultura que já predominou em importância econômica no Paraná e na região.

Menegon destacou ainda o evento para os pequenos produtores que estão sempre em busca de alternativas de diversificação. “A Cocamar mantém parceria com as instituições de ensino que também buscam o desenvolvimento da agricultura”.

Vicente Inácio, que cultiva soja, trigo e milho em uma área de 6,9 alqueires próximo ao campus, visitou o Dia de Campo em busca de uma alternativa para uma área ociosa da propriedade. “Estou tirando uma área de pasto e minha ideia é colocar uma criação de galinha caipira, e o evento pode me trazer sugestões de alguma cultura para a área”, afirmou.

AGRO UNINGÁ

O acadêmico Marcos Moreira Magalhães Junior, presidente da Agro UNINGÁ Consultoria, destacou a importância do evento na formação dos profissionais e a difusão do conhecimento. “O Dia de Campo é uma das principais atividades que realizamos em pela amplitude que possui desde a formação do aluno à demonstração de alternativas de culturas”.

O professor Sérgio Betioli Junior deu as boas-vindas aos convidados e lembrou da preparação do Dia de Campo. “Hoje vamos mostrar um trabalho que vem sendo realizado nos últimos meses pro nossos professores e alunos, que não pediram esforços para chegar a essas demonstrações”.

Betioli destacou que o Dia de Campo vai além da demonstração das principais culturas de inverno, incluindo o uso de tecnologias, o manejo de solo, irrigação, a forma e época correta de plantio e todos os componentes que fazem a produção. “Ver a lavoura pronta é muito gratificante”, resumiu.

NÚCLEO

O coordenador do curso de Agronomia da UNINGÁ, professor Sérgio Ricardo Sirotti, acompanhou o trabalho em todas as estações e lembrou da importância do Dia de Campo na oportunidade de demonstrar todas as tecnologias. “Agronomia é um curso que depende dessa parte prática. O aluno não apenas aprende o manejo da lavoura, mas também como apresentar e levar o que aprendeu para o campo, para o produtor”.

Sirotti destacou que o Núcleo Experimental, ao lado do campus da UNINGÁ, permite realizar um trabalho bem amplo com os acadêmicos. “Aqui temos espaço e tecnologia para apresentar as culturas tradicionais e também as alternativas de culturas para a nossa região”, disse.

O vice-reitor da UNINGÁ e presidente da Mantenedora, Roberto Cezar de Oliveira também aproveitou a manhã e ensolarada para visitar o Dia de Campo e elogiou a organização do evento.

ALGODÃO

Algumas estações chamaram a atenção dos convidados, como o algodão, o trigo irrigado e o uso do drone no campo. Na área de trigo foi possível medir o desempenho da lavoura irrigada e outro talhão sem sistema de irrigação, que apresenta um desenvolvimento no mínimo 50% menor, especialmente devido a estiagem que passa de 30 dias na região. “Aqui podemos ver a importância da irrigação em um período de seca como estamos passando”, comparou Sirotti.

Os visitantes conheceram também a utilização de drones no campo. O equipamento tem grande versatilidade e várias aplicações. “O drone é mais uma tecnologia agregada também à agricultura que possibilita diversas aplicações desde a definição de área até o acompanhamento do desempenho da lavoura”, lembrou o professor Bruno Rigon.

PARCERIAS

O 2º Dia de Campo envolveu todas as turmas de Agronomia além da Agro UNINGÁ Consultoria e os parceiros. O professor Marcelo Gonçalves Balan, cerimonialista no evento, agradeceu o apoio da Cocamar Agroindustrial, Máquinas John Deere, Emater, Forquímica, Agroquim, Somaco, MIM Fertilizantes, Agro Ingá Consultoria e a diretoria da UNINGÁ. “Esse Dia de Campo é antes de mais nada uma grande parceria entre todos para alcançarmos resultados em todos os níveis, da formação à difusão da tecnologia no campo”.







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